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Sai o Outubro Rosa, entra o Novembro Azul...


Depois de o mês de outubro ser marcado pela campanha de mobilização para prevenção do câncer de mama, conhecida como Outubro Rosa, agora é a vez dos homens. O mês de novembro é internacionalmente dedicado às ações relacionadas ao câncer de próstata e à saúde do homem #NOVEMBROAZUL.

Por ano, são diagnosticados 47 mil novos casos de câncer de próstata no Brasil.Pesquisa realizada recentemente pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), com 5 mil homens revela que 47% dos entrevistados nunca realizaram exames para detectar o câncer de próstata.

O câncer de próstata é considerado um problema de saúde pública no Brasil em função das elevadas taxas de incidência e mortalidade. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), somente em 2010 a doença fez quase 13 mil vítimas no país. Esse é o segundo tipo de câncer mais comum entre os homens, atrás apenas do câncer de pele não melanoma.

Suas causas ainda são desconhecidas, embora apareça em homens com mais de 65 anos de idade, as chances de desenvolver a doença aumentam em até dez vezes se já houve algum caso na família, como pai ou irmão. Outros fatores, como o estilo de vida, alimentação inadequada à base de gordura animal e pobre em frutas, legumes, verduras e grãos também podem interferir no surgimento da doença.
O tumor maligno da próstata apresenta crescimento lento na maior parte dos casos, o que faz com que as manifestações clínicas só aconteçam quando a doença está em estágio mais avançado. A recomendação é de que o exame periódico seja realizado mesmo na ausência de sintomas. A partir dos 50 anos ou aos 45 anos, caso haja histórico de câncer na família, o homem deve procurar um urologista anualmente para realizar os exames preventivos.

O toque retal, que é rápido e indolor, mostra se a próstata apresenta algum tipo de alteração. Caso seja detectada, o médico pode solicitar outros exames para confirmar o diagnóstico, como a dosagem de PSA (antígeno prostático) no sangue e a biópsia, que é a retirada de fragmentos da glândula para análise. A partir dos resultados, o urologista poderá dar o diagnóstico correto.

Conforme o tumor cresce, há dificuldade de urinar; o jato de urina fica mais fraco; aumenta a frequência das micções, especialmente à noite; há dor ou ardência no ato de urinar ou na ejaculação; e um pouco de sangue pode aparecer na urina ou no sêmen. Em uma fase mais avançada, pode causar dores nos ossos, infecções generalizadas e até insuficiência renal.

Fonte:
http://www.arlensantiago.com.br/site/novembro-azul-a-prostata/
http://www.fjs.org.br/noticias/campanha-um-toque-um-drible-voltada-ao-combate-ao-cancer-de-prostata-e-lancada-em-salvador-2/
http://wp.clicrbs.com.br/visor/2013/10/28/novembro-azul/?topo=67,2,18,,,77
http://www.atribunamt.com.br/2013/10/vem-ai-o-novembro-azul/

PILATES NA GESTAÇÃO

A gravidez é um período de descobertas em que as necessidades e a forma do corpo mudam constantemente. Com objetivo de ter uma gestação saudável e se adaptar a essas transformações, principalmente as relacionadas aos músculos e articulações, é fundamental que a mulher pratique atividade física regularmente.

Por meio de treinamento personalizado, o Pilates, método baseado em fortalecimento muscular e alongamentos, é a escolha ideal e mais segura de exercício ao longo do período gestacional. Os movimentos suaves promovem qualidade de vida ao bebê e à futura mãe, estabiliza a postura prejudicada pelo crescimento da barriga, previne dores lombares, bem como disponibiliza mais conforto à gravidez e ao parto.

Para o professor e proprietário do Core Pilates Studio, Juliano Ceccatto, a interação entre o corpo e a mente, durante a prática rotineira do método, conscientiza a gestante sobre as modificações fisiológicas e psicológicas, que podem ser mais ou menos acentuadas. “Realizamos um programa de exercício individual conforme as necessidades de cada aluna. Deste modo, o Pilates corrige e mantém fatores primordiais ao bem-estar da grávida, entre outros a respiração, relaxamento e equilíbrio”, destaca.

A ênfase nas técnicas de respiração e na resistência dos músculos do assoalho pélvico, que nessa fase ficam mais sensíveis, facilita diretamente o trabalho do parto. O trabalho de respiração ajuda a gestante a relaxar e respirar com maior eficiência, reduzindo o nível de cortisol, hormônio do estresse, e induzindo a calma.
Além dos benefícios mencionados, o Pilates oferece coordenação motora, manutenção do peso corporal e a melhora da circulação sanguínea. Ceccatto observa que “o reforço abdominal obtido pela execução dos exercícios, otimizam o retorno do abdômen e a redução da flacidez”. A rápida recuperação e cicatrização após o parto e a prevenção da incontinência urinária por esforço durante o nascimento da criança, também são influenciadas pelo método.

Sem contra-indicação

Não há restrições para a prática do Pilates a partir do quarto mês de gestação até as vésperas do nascimento do bebê, mas Ceccatto alerta que o acompanhamento do obstetra na evolução das aulas é importante para identificar possíveis riscos ou exceções. “A combinação dos exercícios é realizada de acordo com a fase da gestação e do pós-parto. Por isso, a relevância do trabalho em conjunto entre o médico e o profissional de Pilates proporciona à aluna maior confiança e segurança”, ressalta. Em caso de sedentarismo, é aconselhável iniciar a atividade com exercícios mais leves. Geralmente a mulher pode freqüentar o Pilates até o ultimo mês, desde que não tenha qualquer tipo de desconforto.

Fonte: estudiovivapilates.com.br